sábado, 21 de maio de 2011
quinta-feira, 19 de maio de 2011
GIL ELVGREN
As imagens abaixo são ilustrações de Gil Elvgren.Como disse, Gil Elvgren é um exemplo de ilustrador que foi considerado injustamente e por muitos anos como um artista meramente comercial, mas saibam que hoje o trabalho desse norte-americano é exposto e reverenciado em galerias de todo o mundo. Ele foi um dos principais artistas a fazer as famosas pin-up . O termo pin-up data da década de 40,( as imagens eram penduradas em locais que normalmente circulavam somente homens como borracharia, quarteis,etc,etc.) mas já ná década de 30, George Petty e Alberto Vargas, faziam sucesso com a revista americana “Esquire”.
Uma pin-up é uma mulher que jamais seria vulgar ou oferecida, apenas convidativa,insinuante,dissimulada,é uma mistura de sensualidade e inocência,... Imagens asseguradas pelos sofisticados traços provavelmente provenientes da art-nouveau, elas apareciam vestidas em peças de roupa que valorizavam seus corpos de curvas sinuosas, deixavam sutilmente à mostra torneadas pernas, e definidas cinturas, em situações do cotidiano e as carinhas e bocas ingênuas faziam o acabamento da imagem que levaram uma geração de homens à loucura. Mostravam sem mostrar.
Havia muito tabu quanto ao nu e mulheres que ousavam enfrentavam grandes preconceitos muitas vezes pela vida toda . As pin-up não eram mulheres de verdade,alias,eram criadas para atiçar a fantasia masculina,eram figuras idealizadas. Marilyn Monroe é um bom exemplo,foi estigmatizada como a loira burrinha ,ingênua e sexy e isso começou quando fez fotos nuas que acabaram por se transformar além dos famosos calendários ,também em cartas de baralho e foram reproduzidas pelo mundo todo. Um ícone das imagens norte-americana. "Pin-up era mulher para se admirar,jamais para se casar".
Gil Elvgren começou a ilustrar pin-ups na década de 1930 e só parou 40 anos depois. A fama de comercial deve-se ao fato de que a maioria de seus desenhos eram criados para ilustrar campanhas publicitárias, como as propagandas da Coca-Cola. As pin-ups de Elvgren ilustravam principalmente calendários. O artista morreu em 1980. Bem, depois dessa leve explanação sobre o que vem a ser pin-up, vou deixar as imagens falarem por si só.Que primor de ilustrações!!!
- Fonte:http://nanamada.blogspot.com/2007/11/gil-elvgren.html
sábado, 7 de maio de 2011
ROBERT JOHNSON

- ARTE: Sebastian Krüger
- Johnson nasceu em Hazlehurst, Mississippi. Sua data de nascimento oficialmente aceita (1911) provavelmente está errada. Registros existentes (documentos escolares, certidões de casamento e certidão de óbito) sugerem diferentes datas entre 1909 e 1912, embora nenhum contenha a data de 1911.
- Robert Johnson gravou apenas 29 músicas em um total de 41 faixas, em duas sessões de gravação em San Antonio, Texas, em Novembro de 1936 e em Dallas, Texas, em Junho de 1937. Treze músicas foram gravadas duas vezes. Suas músicas continuam sendo interpretadas e adaptadas por diversos artistas, como Eric Clapton, The Rolling Stones, The Blues Brothers, Red Hot Chili Peppers e The White Stripes.
Em 1938 durante uma apresentação no bar "Tree Forks" Johnson bebeu whisky envenenado com estricnina, supostamente preparado pelo dono do bar, o qual estava enciumado por Jonhson ter flertado com sua mulher. Sonny Boy Williamson, que estava tocando junto com Jonhson, havia alertado-o sobre o whisky, porém este não lhe deu atenção. Johnson se recuperou do envenenamento, mas contraiu pneumonia e morreu 3 dias depois, em 16 de Agosto de 1938, em Greenwood, Mississippi. Há várias versões populares para sua morte: que haveria morrido envenenado pelo whisky, que haveria morrido de sífilis e que havia sido assassinado com arma de fogo. Seu certificado de óbito cita apenas "No Doctor" (Sem Médico) como causa da morte.
- Outro mito popular recorrente sugere que Johnson vendeu sua alma ao diabo na encruzilhada das rodovias 61 e 49 em Clarksdale, Mississippi com seu violão e uma garrafa de whisky adulterado, quando um bend escandaloso de uma gaita cromada, era o diabo. Tomou seu violão e afinou um tom abaixo, devolveu para Johnson e tocou como toca nas gravações... fez isso em troca da proeza para tocar guitarra. Este mito foi difundido principalmente por Son House, e ganhou força devido às letras de algumas de suas músicas, como "Crossroads Blues", "Me And The Devil Blues" e "Hellhound On My Trail". O mito também é descrito no filme de 1986 Crossroads e no episódio 8, da segunda temporada da série Supernatural.
- Johnson é freqüentemente citado como "o maior cantor de blues de todos os tempos", ou mesmo como o mais importante músico do Século XX, mas muitos ouvintes se desapontam ao conhecer o seu trabalho, pois o estilo peculiar do Delta Blues e o padrão técnico das gravações de sua época estão muito distantes dos padrões estéticos e técnicos atuais.
- Embora Johnson certamente não tenha inventado o blues (há rumores de que foi Charley Patton a primeira estrela do delta blues), que já vinha sendo gravado 15 anos antes de suas gravações, seu trabalho modificou o estilo de execução, empregando mais técnica, riffs mais elaborados e maior ênfase no uso das cordas graves para criar um ritmo regular. Suas principais influências foram Son House, Leroy Carr, Kokomo Arnold, Charley Patton, e Peetie Wheatstraw. Johnson tocou com o jovem Howlin' Wolf e Sonny Boy Williamson (que afirma ter estado presente no dia do envenenamento de Johnson e ter alertado Johnson sobre a garrafa de whisky). Johnson influenciou Elmore James e Muddy Waters, e o blues elétrico de Chicago na década de 1950 foi criado em torno do estilo de Johnson. Há uma linha direta de influência entre a obra de Johnson e o Rock and roll que se tornaria popular no pós-guerra.
- Anos após sua morte, o grupo de admiradores de Johnson cresceu e inclui astros do rock como Keith Richards e Eric Clapton.
- Em 1999 os The White Stripes lançaram no seu álbum de estréia homônimo uma canção de Johnson; Stop Breaking Down.
ROBERT JOHNSON, CONVERSANDO COM O DIABO
- Era quase meia noite, Robert partira para Clarksdale numa encruzilhada da rodovia 61 com a 49 levando consigo uísque adulterado e sua Dobro 1927 californiana com velhas cordas oxidadas a ponto de rasgar os dedos. A fumaça de seu Lucky Strike Bull´s Eyes cortava o espaço nebuloso quando um bend escandaloso fora cuspido de uma velha gaita cromada. Era Thomaz.
- Robert continuara a estória assegurando que quando desejou seguir Son House por Robunsonville este o esnobou certa vez num café ao lado de Willie Brown, “Aquilo nunca foi nem será blues, ele veio me procurar, disse que me seguiria onde eu fosse, coitado, o garoto não tem talento Wil.”
- O final todos conhecem, Thomaz toma o violão empenado de Johnson e o afina um tom abaixo, a tensão das cordas se foi e o que ouvi depois foi um mi maior afrouxado seguido de uma pegada densa, arrastando um riff pesaroso caindo para um lá maior, tensa mas singela, o contraste da chegada na quinta da harmonia foi um repouso melódico para depois voltar com mais vivacidade na nota principal. Nada de solos impertinentes, obviedade na execução. Tocava como um demônio!
- Fontes: OVERMUNDO e WIKIPÉDIA
domingo, 1 de maio de 2011
quarta-feira, 23 de março de 2011
ELIZABETH TAYLOR
Elizabeth Rosemond Taylor (Londres, 27 de fevereiro de 1932 — Los Angeles, 23 de março de 2011)
Filha dos americanos, Francis Leen Taylor (1897–1968) e Sara Viola Rosemond Warmbrodt (1895–1994), mudaram-se para os Estados Unidos em 1939. Começou a carreira cinematográfica ainda criança, quando foi descoberta aos dez anos. Contratada pela Universal Pictures, filmou There's One Born Every Minute, mas não teve o contrato renovado.
Assim como o amigo pessoal Mickey Rooney, revelou talento participando de filmes infanto-juvenis, como na estreia em 1943 num pequeno papel da série Lassie. A partir de então, apaixonou-se pela profissão e permanecer no estúdio tornou-se o maior sonho.
Evoluindo como atriz talentosa e respeitada pela crítica, nos anos 50 filmaria dramas, como Um lugar ao Sol, com o ator Montgomery Clift; Assim Caminha a Humanidade, com Rock Hudson, ambos atores homossexuais e dos quais se tornou grande amiga. Nessa década faria ainda A Última Vez Que Vi Paris, ao lado de Van Johnson e Donna Reed.
Liz, como foi mais conhecida, foi reverenciada como uma das mulheres mais bonitas de todos os tempos; a marca registrada são os traços delicados e olhos de cor azul-violeta, emoldurados por sobrancelhas espessas de cor negra. Celebridade cercada por intenso glamour e diva eterna dos anos de ouro do cinema norte-americano, é uma compulsiva colecionadora de jóias.
Certa vez, o amigo, o mágico David Copperfield, convidou-a para uma das apresentações e fez sumir das mãos um dos anéis favoritos. Liz, simpaticamente, e ao gritos, divertiu a plateia manifestando um momento de desespero ao ver o anel sumir.
Ficou famosa também pelos inúmeros casamentos (oito ao todo). Seu primeiro casamento foi em 1950, mas durou apenas 1 ano
O mais famoso casamento foi com o ator britânico Richard Burton, notório pelo alcoolismo, com quem se casou duas vezes e fez duplas em vários filmes nos anos 60, como o antológico Cleópatra, o dramático Quem tem medo de Virgínia Woolf?, em que ela ganhou o segundo Oscar, Os Farsantes e A Megera Domada. Vencedora duas vezes do Oscar da Academia para Melhor Actriz (principal), o primeiro em 1960 pelo papel da call-girl de Disque Butterfield 8 (pt: O Número do Amor); . Nessa década, com o reconhecimento do prémio máximo do cinema mundial, consagrou-se como a mais bem paga atriz do mundo.
Teve dois filhos com Michael Wilding: Michael Howard Taylor Wilding, nascido em 1953, e Christopher Edward Taylor Wilding, nascido em 1955. Com Michael Todd teve uma filha em 1957, chamada Isabel Francisca Taylor Todd.
Em 1975 adotou uma menina alemã juntamente com seu marido, Richard Burton, chamada Maria Taylor Burton.
Foi amiga do Rei do Pop Michael Jackson, que dedicou-lhe vários de seus trabalhos, inclusive a canção "Liberian Girl".
Em 1997, a atriz passou por uma delicada cirurgia para remover um tumor do cérebro. No passado, a estrela também teve problemas com o vício em álcool e drogas.
Em 1997, a atriz passou por uma delicada cirurgia para remover um tumor do cérebro. No passado, a estrela também teve problemas com o vício em álcool e drogas. Foi pioneira no desenvolvimento de acções filantrópicas, levantando fundos para as campanhas contra a AIDS a partir dos anos 80, logo após a morte de Rock Hudson. A despeito de ter nascido fora dos EUA, em 2001 recebeu do presidente Bill Clinton a segunda mais importante medalha de reconhecimento a um cidadão norte-americano: a Presidential Citizens Medal, oferecida pelos seus vários trabalhos filantrópicos. Nessa época se agravaram os problemas de saúde, ganhando peso e sendo levada a internações recorrentes em hospitais.
Taylor tratou vários problemas de saúde ao longo dos anos, incluindo as questões relativas à insuficiência cardíaca crônica. Em 2009, foi submetida a uma cirurgia para substituir uma válvula defeituosa no coração. Ela usava uma cadeira de rodas havia mais de cinco anos para lidar com sua dor crônica.
Em fevereiro de 2011, apareceram novos sintomas relacionados à sua insuficiência cardíaca, o que a levou a ser internada no Centro Médico Cedars-Sinai, em Los Angeles para tratamento, onde morreu na manhã do dia 23 de março após uma cirurgia, aos 79 anos de idade.
A informação foi confirmada pelo agente da atriz e por um familiar.
Em fevereiro de 2011, apareceram novos sintomas relacionados à sua insuficiência cardíaca, o que a levou a ser internada no Centro Médico Cedars-Sinai, em Los Angeles para tratamento, onde morreu na manhã do dia 23 de março após uma cirurgia, aos 79 anos de idade.
A informação foi confirmada pelo agente da atriz e por um familiar.
sábado, 19 de março de 2011
HELEN ALLINGHAN
Helen Allingham (nascida Helen Mary Elizabeth Paterson) (1848 –1926) nasceu em Derbshire, na Inglaterra. Foi uma aquarelista e ilustradora da época Vitoriana.
Mostrou talento desde cedo, tendo nascido numa família de artistas plásticos: tanto sua avó Sarah Smith Herford, quanto sua tia Laura Herford haviam tido sucesso na pintura.
Helen Allingham entrou para o Royal College of Art – na seção feminina da escola – em 1867.
Ainda estudando começou a trabalhar como ilustradora e eventualmente deixou os estudos para se dedicar ás ilustrações em tempo integral. Teve extraordinário sucesso nas ilustrações para livros de crianças e adultos.
Dedicou-se também à pintura de paisagens, de cenas rurais.




