segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

28 ANOS SEM JOHN LENNON

08-12-1980 *JOHN LENNON* 08-12-2008

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

H.R.GIGER

H.R. GIGER nasceu na pequena cidade de Chur, Suíça em fevereiro de 1940, vindo de uma família normal de classe média. Seu pai era o farmacêutico local. Quando Giger ainda era criança seu pai recebeu um crânio humano, como parte de uma promoção de uma empresa farmacêutica, que deixaria o então jovem Hansruedi fascinado. Rapidamente ele desenvolveu uma certa apreciação por todas as coisas "dark" e estranhas, e mais tarde encontraria inspiração vinda de cartões postais e fotos de revistas sobre o trabalho de artistas como Salvador Dalí e Jean Cocteau. Meli, a mãe de Giger, foi uma das pessoas que mais o apoiaram, apesar de nem sempre entender a estranha fascinação de seu filho. Quase um adolescente, Giger costumava convidar seus amigos da vizinhança para ver suas apresentações de "trens fantasmas" e outras montagens e desenhos "sinistros"... Completado o ginásio, Giger partiu para estudar arquitetura e desenho industrial na Zurich's School of Applied Arts . Logo então ele desenvolveu várias amizades, com pessoas e artistas envolvidos nos mais diferentes aspectos da arte, e começou a pintar bastante na época. Em 1966 Giger começou a trabalhar como designer de interiores, e ao mesmo tempo, completou algumas de suas primeiras pinturas. Em 1968 Giger começou a trabalhar exclusivamente como artista, assim como a dirigir pequenos filmes. Giger teve seus primeiros pôsteres publicados em 1969 e nessa época fez também suas primeiras exposições fora de Zurique.Na década seguinte, Giger começou a utilizar o aerógrafo em seus trabalhos, que adquiriram uma qualidade quase sobrenatural. Giger cresceu a ponto de ser considerado um mestre mundial no aerógrafo e provou que poderia incluir a aerografia na vanguarda das artes. Trabalhando com grandes formatos, suas pinturas são meticulosamente produzidas e possuem uma mistura de estranheza, mistério, erotismo e elegância "alien". Em 1978 Giger começou a trabalhar no filme "ALIEN", e terminou por esculpir muitas das criaturas e cenários do filme, que lhe renderiam um Oscar em 1980, por seu impressionante trabalho no filme, agora um clássico. Giger começou a trabalhar no H.R. Giger Museum em meados de 1990, no qual continua até hoje, assim como um castelo medieval em Gruyere, na Suíça, que vem sendo expandido continuamente. O museu abriga a coleção de arte particular de Giger colhida ao redor do mundo, assim como uma substancial parte de suas próprias pinturas e esculturas.

fonte:http://www.bancodedadosvisual.hpg.ig.com.br/biografia_giger.htm / Google imagens

terça-feira, 25 de novembro de 2008

SETH, FLAGRANTES CARIOCAS

auto retrato
Seth é o pseudônimo de Alvaro Marins, que foi desenhista toda vida. Nascido em Macaé, em 1890, ele estreou na imprensa carioca aos 15 anos, mandando uma charge política para revista "O Malho".
Quatro anos depois, ele já estava no Rio, iniciando uma atividade intensa como desenhista, que se estendeu até 1949, ano de sua morte.
Caricaturista e desenhista de figura ao mesmo tempo, sempre em elaborados bicos de pena, ele foi autor/editor de uma série de livros didáticos(Coleção Seth), infantis(João Pestana) e criador dos personagens Matias e Virgulina, em tropicalíssimos anúncios da Casa Matias, que eram publicados em página inteira de jornal. Desses muitos e variados trabalhos de Seth, "O Bicho" descolou para nostalgia dos mais velhos e informação da moçada, as "Cenas Cariocas" (do seu livro "Exposição"), onde ele se revela um dos nossos desenhistas de maior sensibilidade popular.

fonte: Revista "O Bicho" nº 1 , março de 1975.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

terça-feira, 4 de novembro de 2008

VINCENT

VAN GOGH fonte: Google imagens

TIAGO NOBEL E A ONÇA CAETANA

A Onça Caetana Por favor, se você chegou até aqui leia o texto até o fim. Porque ele é parte de mim, e de uma reflexão que quero fazer com todos que aqui chegaram. O texto é interneticamente um pouco extenso. Mas não desista, a vida é extensa também. Obrigado por seguir por aqui!
Se você der uma olhada nos outros textos, esses que estão ali um pouco abaixo, irá perceber que não gosto muito de temas soturno. Mas não teve jeito. Após as dezenas de imagens que presenciei hoje, no meu local de trabalho, preciso dividir com os caros cinco leitores que se detém nessas mal tecladas linhas. Hoje vou falar sobre a morte. Não aquela coisa de filme e etc. Não aquela coisa do além, sem explicação e cheia de penduricalhos que a acompanham neste e em outros mundos.
Para quem ainda não sabe eu trabalho em dois grandes hospitais do estado de Pernambuco. Que ironicamente levam o nome de dois famosos políticos. Um a nível nacional e outro estadual. Getúlio e Agamenon. Enfim, narizes de cera a parte, voi entrar nas imagens e reflexões que hoje vieram ao meu encontro. Farei apenas um recorte. Não quero aprofundar nos fatos, e nem aumentar o drama para elevar a audiência deste blog (ao contrário de muitos autores de novela).
O número de mortes que ocorreram hoje pela manhã foi maior que o normal. Constatei isso pelo grande movimento de carros de funerárias no necrotério e dado também o volume de parentes, desconsolados, chorando pelos cantos. Uma imagem de um mulher, aparentando uns 55 anos foi que me chamou mais atenção. Ela estava em um canto, chorando baixinho, quase inaudível.
Parecia sozinha, sem ninguém lhe dando atenção. Eu fiquei de longe, observando-a, e torcendo para que ela não me notasse. Queria ficar invisível perante esse momento. Não entendam, porém, dignissímos cinco leitores, invisível como uma metáfora para fugir daquilo, daquela sensação. Não! Digo invisível para poder passar por observador em primeira pessoa. Longe dos dramas e pensamentos que nos aflingem, nós podres mortais. Vamos ao recorte:
Cabelos presos. Banquinho de madeira. Sem encosto. Costas apoiadas na parede, forrada de azulejos brancos. Encardidamente brancos. Choro. Um choro copioso. Desprovido de qualquer bloqueio ou convenção social. Porque pra morte não existe convenção alguma. Saudade estampada no semblante. Saudade apenas. Simplicidade escrita no jeito, no gesto, na solidão. Simples como é nascer. Simplesmente se morre.
Quero apenas refletir e levar vocês a reflexão sobre esse fato, que muitos nem pensam, não gostam de pensar, tem medo. Reflitam meus diletos cinco leitos. Pensem em dizer e fazer o que gostam e que precisam. Mas não com desespero ou sofreguidão como se fossemos encontrar a onça caetana na próxima esquina. Façam com amor, com dedicação e com afeto. Porque o resto é apenas saudade.
Como diria sabiamente o mestre Ariano Suassuna: "...eis a única coisa que une tudo quanto é vivente em um só rebanho. Porque tudo que é vivo, morre".