segunda-feira, 3 de outubro de 2011

STEVIE RAY VAUGHAN

Stevie Ray Vaughan nasceu no dia 03 de outubro de 1953

Te conheci numa noite em que os caminhos estava abertos para te conhecer. Nunca ouvira o som de sua guitarra. Talvez tivesse ouvido falar no nome, mas andava tão atrapalhado… provavelmente como você, naquela época em que as drogas alimentavam nossa loucura para fugir dos tormentos da alma. Saldanha Marinho, bar da Mara, o Kapelle que ainda está lá. Alguém me convida para o tiro da noite. Ali perto, menos de uma quadra. Sim, sempre. Um corredor escuro, um casarão antigo, uma vitrola e a pergunta com a bolacha no prato: “Quem toca isso aqui?”. Vodoo Chile cortou o silêncio da noite como um raio sonoro e só alguém poderia fazer aquilo. Ele: Hendrix. Falei. Ouvi a negativa e fiquei de cara. Aí veio a capa do LP e você foi-me apresentado. Você e sua guitarra surrada, com as iniciais em letras maiúsculas. E nunca mais nos abandonamos. Nem na cruz, porque a tragédia ceifou sua carreira em ascensão, você, que como eu, tinha conseguido o controle, só por hoje, do vício que o estava matando e acabando com sua carreira. Anos depois fui ver seu irmão em São Paulo, o Jimmy, na verdade para prestar um tributo a você, assim como fiquei orgulhoso seus músicos inseparáveis do Double Trouble (Chris Layton na bateria e Tommy Shannon no baixo) no Jockey Club de Curitiba. Te apresentei a vários amigos, que amam a música e também se renderam à sua arte de dilacerar corações com o som blues e fazer a terra tremer com o sagrado rock’n roll. Tenho todos os discos, dvds, guardados como tesouros de uma paixão ligadas pelos acordes que você sempre tirou da alma – e seus olhos fechados, rosto e corpo em transe, sempre provaram isso. Um dia, quem sabe, prestarei homenagem na estátua que ergueram para você em Austin, no Texas, onde você iniciou a carreira, nascido que é em Dallas. E, quem sabe, também no Hall da Fama do Blues, onde ganhaste homenagem póstuma e está ao lado do seu ídolo maior, o senhor Albert King. Pois é, grande Stevie, tudo começou naquela noite onde eu estava perdido e te achei para sempre.

Por ROBERTO JOSÉ DA SILVA

Fonte: http://jornale.com.br/zebeto/

sábado, 1 de outubro de 2011

FOTOS






Fotos de Ricardo Silva

WALTER MATTHAU

Walter Matthau (1º de outubro de 1920, New York, NY – 1º de julho de 2000, Santa Mônica, California) foi um ator de cinema dos Estados Unidos da América.
Filho de imigrantes judeus, serviu na Força Aérea dos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial. Estreou no cinema em 1955 com The Kentuckian, seguido por papéis dramáticos até 1964 quando inicia na comédia, gênero que se tornaria célebre, com Goodbye Charlie. Em 1966 protagoniza The Fortune Cookie, com o qual obteria o Oscar de melhor ator coadjuvante, e primeiro de dez filmes de contracenaria com Jack Lemmon.
Nascido Walter Matthow em 1º de outubro de 1920 de um casal de imigrantes russos e judeus em Nova York, Matthau cresceu na pobreza, no Zona Leste e começou a vender refrigerantes e participar de uma trupe de teatro iídiche aos 11 anos. Lhe foi pago 50 centavos por cada uma de suas ocasionais aparições no palco. Seu pai, um vendedor ambulante de Kiev, saiu de casa quando ele tinha 3 anos de idade. Ele morava com seu irmão mais velho, Henry, e sua mãe, uma vendedora de roupa, na Zona Leste de Nova York. Após graduar-se na Seward Park High School durante a Grande Depressão, Walter teve trabalhos no governo como guarda florestal em Montana, como instrutor de ginástica para a Works Progress Administration e como treinador de boxe para policiais. Durante a Segunda Guerra Mundial, serviu à Força Aérea Americana como um criptógrafo de rádio em uma unidade de bombardeiros pesados na Europa e voltou para casa como sargento com seis estrelas de batalha.
Em 1948, o seu primeiro papel na Broadway foi quando ele foi contratado como um substituto para o papel de um bispo inglês de 83 anos em "Anne of a Thousand", estrelado por Rex Harrison. Sua fama veio com Uma Loura Por um Milhão (1966) e Um Estranho Casal (1968). Ao fazer o primeiro, ele sofreu um ataque cardíaco grave. Isto foi devido ao fumo pesado e jogos de azar. Matthau imediatamente parou de fumar e começou um regime de longa duração caminhando 5-2 milhas por dia.
A carreira de Matthau continuou a florescer durante 30 anos, com ele interpretando memoráveis papéis e personagens coadjuvantes em filmes dramáticos e cômicos, vários deles ao lado de Jack Lemmon. Sem o conhecimento de seus fãs, Matthau continuou a batalha com a doença cardíaca e mais tarde foi diagnosticado com duas formas de câncer. Em 1976, ele fez uma cirurgia de ponte de safena. Em 1993, ele foi hospitalizado de novo com pneumonia bilateral. Em 1995, ele teve um tumor benigno no cólon, mas foi removido. Em 1999, ele foi internado novamente com pneumonia, onde foi diagnosticado câncer de novo. Walter Matthau morreu em 1º de julho de 2000, aos 79 anos. Encontra-se sepultado no Westwood Memorial Park, Los Angeles, Condado de Los Angeles, Califórnia nos Estados Unidos.
Foi premiado como melhor ator do BAFTA de 1974 em dois papéis diferentes: Charley Varrick e Pete 'n' Tillie. Obteve em 1975 o David de melhor ator estrangeiro por The Front Page e o Golden Globe Awards de 1976 de melhor ator musical/comédia em The Sunshine Boys.

Fonte: Wikipédia

SHEENA

A RAINHA DAS SELVAS
 Quem leu a minissérie de Frank Cho Shanna, a mulher demônio, publicada em Marvel Max, pode ter ficado curioso com uma fala de um dos personagens. Quando eles resgatam a mulher da base nazista na Terra Selvagem, os homens decidem batizá-la de Shanna, em homenagem a uma personagem de HQ's. Em um primeiro momento pode se pensar que estão se referindo a própria mulher do Kazar, que já fez muito sucesso antigamente. Contudo, com um pouco de pesquisa pode-se encontrar a outra personagem que serviu de referência para as duas.
Irish McCalla
Sheena, A rainha das Selvas, foi criada em 1937 por Willian Thomas, um dos pseudônimos usados por Will Eisner. Ela é considerada o ponto de partida para um gênero inteiro de deusas brancas e sexys das selvas. Sua primeira aparição foi em um tablóide britânico chamado Wags, em 1937. O artista dos primeiros episódios era Mort Meskin. Quando o estúdio Eisner-Iger assinou o contrato de uma revista mensal para a Fiction House, uma editora americana de revistas pulp, Sheena foi finalmente publicada no seu país de origem, inclusive em suas primeiras aventuras em Preto-e-Branco.
Irish McCalla
Sheena é considerada uma versão feminina de Tarzan misturada com o cavaleiro de H. Haggard. Não foi criada na selva por macacos, como Tarzan, mas foi para lá quando criança com seu pai, o explorador Cardwell Rivington. Um feiticeiro de uma tribo local chamado Koba assassinou Rivington por acidente e para compensar por seu erro criou Sheena como sua própria filha. Assim ela se transformou na linda rainha das selvas que todos a conhecem e escolheu o caçador branco Bob Reynolds (uma versão masculina de Lois Lane que sempre precisa ser salvo) como seu parceiro.
Irish McCalla
Pelo menos era assim originalmente. Mais tarde transformaram seus pais em um casal de missionários falecidos, Bob em um personagem insosso chamado Rick Thorne e Koba em uma mulher conhecida N'bid Ela. Somado a isso um macaco chamado Chim, muito pouco da personagem original continuou existindo.
Jumbo Comics #1, onde Sheena teve sua estréia americana, é datada de setembro de 1938, apenas três meses após Action Comics #1, onde estreou o Superman, que seria considerado o fundador do gênero de heróis. Em 1942, ganhou um título próprio, sendo a primeira personagem feminina com uma revista. Além disso, a Fiction House publicou uma revista destinada a falar sobre a personagem e suas aventuras, mas teve só uma edição.
Irish McCalla
Na esteira do seu sucesso, surgiram várias imitações, como Nyoka, A Garota das Selvas, Tegra, a rainha da selva, o Fantomah e a Jann das selvas. A última edição de Sheena pela Fiction House foi uma versão 3-D publicada em 1953.
A editora parou de publicar quadrinhos em 1954 devido à reação do público contra sua temática carregada de sexo, a mesma reação pública que tirou do mercado quadrinhos de horror como Tales do Crypt e policiais como Crime Does Not Pay. Mas o sucesso da personagem garantiu a transição de Sheena para outros meios - sua primeira série da tevê, com o Irish McCalla  no papel do título, foi ao ar de 1955-56.
Irish McCalla
Em 1984 a personagem foi para os cinemas em um filme com estilo europeu, o que lhe garantiu um retorno aos quadrinhos pela Marvel, que adaptou a história do filme. A edição 3-D foi relançada pela Eclipse Enterprises em 1985. Uma outra série em quadrinhos foi lançada pela pequena editora London Night, mas durou apenas algumas edições. Retornou à televisão em 2000, por uma curtíssima e fracassada temporada com Gena Lee Nolin como a heroína.
 Tanya Roberts
 Apesar da personagem em si não ser muito lembrada, sua imitação clara pela Marvel, a Shanna, se tornou muito popular, inicialmente como parceira de Kazar e depois na minissérie de Frank Cho, da qual era a protagonista. Na TV surgiu também uma personagem homônima com o título de Princesa Guerreira, mas totalmente distinta da heroína dos quadrinhos, já que essa nova versão era morena e suas aventuras se passavam na Grécia antiga, contemporânea a Hércules.

Fonte: http://www.popbaloes.com/pers/sheena.html

ROBERT CRUMB


LAUREN BACALL

FATAL

CÓLERA